Com bem menos contaminação por mercúrio, essa é uma opção acessível, nutritiva e saborosa que rivaliza com o salmão, rica em ômega-3 e fácil de preparar.
A Sardinha: Uma nutrição saudável e acessível
A gente sabe que a saúde precisa vir junto com a produção. E uma alimentação equilibrada faz toda a diferença. A sardinha, ao contrário do que muitos pensam, não é um peixe de segunda categoria. Ela é rica em proteína de alta qualidade, fundamental para a recuperação muscular depois de um dia de trabalho no campo. Além disso, é fonte de gorduras boas, importantes para o coração e para o bom funcionamento do organismo.

Ômega-3 de primeira
O ômega-3 é um nutriente que anda fazendo sucesso, e com razão. Ele ajuda a proteger o coração, melhora a concentração e até contribui para o bom humor. O salmão é famoso por ser rico em ômega-3, mas a sardinha não fica atrás. Na verdade, em alguns casos, a sardinha fresca pode ter até mais ômega-3 do que o salmão, dependendo da época do ano e da região de pesca.
Esqueça a lata, vá ao fresco

A sardinha enlatada tem seu lugar, principalmente pela praticidade. Mas a versão fresca é outra história. Ela preserva muito melhor os nutrientes, tem um sabor mais suave e agradável, e é muito mais fácil de preparar. A diferença é notável, e o investimento vale a pena. A recomendação dos especialistas é sempre procurar a sardinha fresca em peixarias ou feiras, garantindo a qualidade e o sabor do peixe.
Menos mercúrio, mais tranquilidade
Uma preocupação comum quando se fala em peixes é o acúmulo de metais pesados, como o mercúrio. A sardinha, por ocupar uma posição mais baixa na cadeia alimentar, tem menos chances de acumular esses elementos. Isso significa que você pode consumir sardinha fresca com mais frequência, sem se preocupar com os riscos para a saúde, inclusive para crianças e idosos, desde que o peixe seja bem cozido.




