Vídeo emocionante de um tatu-canastra se refrescando na lama no Pantanal viraliza. Conheça o papel ecológico desse gigante solitário e os esforços de conservação.
Pantanal: Refúgio do Tatu
O registro foi feito por Joaquim Santana, guarda-parque da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Sesc Pantanal. A cena, que já ultrapassou milhares de visualizações e diversos comentários, mostra o animal deitado de costas, esfregando sua carapaça na lama. Um comportamento natural, mas raramente capturado em vídeo.
Essa “brincadeira” na lama não é à toa. Rolar na lama é uma forma de o tatu-canastra regular a temperatura do corpo e se proteger de parasitas. Com um tamanho que pode ultrapassar um metro e pesar mais de 50 quilos, manter a temperatura ideal e a pele saudável é fundamental para a sobrevivência desse animal.
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Ameaças à sobrevivência
Apesar da sua força e tamanho, o tatu-canastra está ameaçado de extinção. A população da espécie diminuiu cerca de 30% nas últimas duas décadas, principalmente devido à perda de habitat, atropelamentos e incêndios. A destruição do Pantanal, com o avanço do desmatamento e das queimadas, agrava ainda mais a situação.




