Com o avanço das tecnologias no campo e a crescente demanda por sustentabilidade, a nutrição vegetal deixou de ser apenas a aplicação de fertilizantes para se tornar uma ciência de precisão. Especialistas do setor alertam que o equilíbrio entre os elementos é o fator determinante para o sucesso da colheita.
Para ajudar produtores e entusiastas a otimizarem seus resultados, reunimos as principais diretrizes para uma nutrição eficiente em 2026.
1. A Lei do Mínimo: O Equilíbrio é Tudo
O conceito fundamental da nutrição vegetal é a Lei de Liebig. Ela afirma que o crescimento de uma planta é limitado pelo nutriente que está em menor disponibilidade, mesmo que todos os outros estejam em abundância.
Dica de Ouro: Não adianta investir pesado em Nitrogênio se houver deficiência de Boro ou Zinco. O excesso de um nutriente pode até bloquear a absorção de outro.
2. Conheça a Hierarquia Nutricional
As plantas exigem diferentes quantidades de nutrientes, mas todos são essenciais. Eles são divididos em dois grandes grupos:
Macronutrientes (Exigidos em grandes quantidades)
- Nitrogênio (N): Crucial para o crescimento das folhas e desenvolvimento vegetativo.
- Fósforo (P): Fundamental para o desenvolvimento das raízes e floração.
- Potássio (K): Responsável pela resistência a doenças e regulação hídrica.
- Cálcio, Magnésio e Enxofre: Nutrientes secundários vitais para a estrutura celular e fotossíntese.
Micronutrientes (Exigidos em doses mínimas, mas indispensáveis)
- Elementos como Zinco, Cobre, Manganês, Boro e Molibdênio atuam como catalisadores em processos químicos complexos.
3. O Diagnóstico Preciso: Análise de Solo e Foliar
Especialistas são enfáticos: não se faz nutrição por “achismo”. O primeiro passo para uma safra rentável é o diagnóstico.




