Os cafeicultores do Brasil querem levar ao presidente Jair Bolsonaro, os principais pontos que motivaram as manifestações ocorridas hoje (24).
Entre as pautas das reivindicações está o “preço mínimo (justo) da saca de café, de pelo menos R$390”, repactuação de dívidas e criação de uma organização dos países produtores”, conforme relatou Neia Boroto Merlin, uma das líderes do movimento convocado pelo Grupo Agricultores Independentes.
No Espirito Santo, a manifestação teve início por volta de 9h desta sexta-feira (24) em Água Limpa – Jaguaré. A BR-101 chegou a ser fechada por poucos minutos no início da manifestação, mas os produtores liberaram o tráfego e se concentraram nas margens da rodovia. O produtor David Domingos Bastos reforça que o objetivo foi deixar o trânsito lento para que os cafeicultores tivessem de explicar aos usuários o motivo da manifestação.
Em Rondônia, manifestação também paralisou a rodovia
Por meio de um pedido dos Produtores Rurais de Alto Alegre Dos Parecis e região, vários cafeicultores da Zona da Mata estiveram presente na BR-364 -trevo para Rolim de Moura, para reivindicar seus direitos no manifesto em prol dos cafeicultores, para melhoria nos preços do Café pago aos Produtores, conforme estabelece o artigo. 73 e 85 do Estatuto da Terra e o art.187 da Constituição Federal.
Segundo produtores, os principais pontos que mais afligem os cafeicultores são :
1) PREÇO MÍNIMO DO CAFÉ que deverá seguir a lei baseado na Constituição Brasileira no Aritigo 187 e, no Estatuto da Terra , lei 4504 nos seus artigos 73 e 85. De acordo com manifestantes o Governo não poderá prevaricar, pois prevaricação e lesar os 300.000 cafeicultores e os 2.000.000 de trabalhadores rurais e de toda sociedade dos 1740 municípios produtores de café com o desemprego e a pobreza .



