Por Giovanni Lorenzon – AGRONEWS®

O cereal veio mais “cheio” no relatório do USDA. Também nesta coluna a disputa dos produtores rurais que também querem ganhar com o RenovaBio

O milho sofreu mais que a soja desde que o USDA elevou as projeções de produção e estoques das duas commodities, no relatório divulgado durante o feriado brasileiro.

Caiu forte nas sessões nas sessões de terça e quarta, em torno de 10 cents, perdendo a média móvel de 200 dias.

Nesta quinta (14), as cotações em Chicago testam certa recuperação, depois da liquidação e com ajuda do mercado financeiro.

Embora as elevações registradas, válidas tanto para os Estados Unidos quanto para o mundo, tenham ficado parecidas com as da oleaginosa, o peso dos estoques finais de milho é maior pelo volume acima da oleaginosa. De 38,1 milhões de toneladas nos EUA (35,7 no relatório anterior) e 301,7 milhões no mundo (297,6 de antes).

Num momento de safra andando bem nos EUA e demanda mundial mais acomodada que no mesmo período de 2020.

Inclusive com vendas brasileiras mais fracas, mas com demanda melhor no mercado interno.

Portanto, o viés de baixa ainda persistirá no horizonte.