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Deputados garantem redução de impostos e R$ 86 mi para o agro paulista

Redação
17/01/2026 às 06:27
Deputados garantem redução de impostos e R$ 86 mi para o agro paulista

Dani Alonso e Capitão Augusto conquistam redução tributária para mandioca, R$ 86 milhões em máquinas e avanços na infraestrutura rural de São Paulo.

Quando a caneta anda mais rápido que a enxada

Tem dia que a gente acha que política não serve pra nada. Mas aí chega uma notícia dessas e a conversa muda de tom.

A deputada estadual Dani Alonso e o deputado federal Capitão Augusto, ambos do PL, acabam de garantir uma redução de impostos que vai direto pro bolso de quem planta mandioca em São Paulo. E não foi pouca coisa não. A carga tributária sobre os principais derivados da mandioca caiu pra 3,5% nas vendas interestaduais. Isso significa competitividade de volta. Significa que o produtor paulista volta a brigar de igual pra igual com quem vende de outros estados.

E tem mais. Nos últimos três anos, a dupla ajudou a destinar 86 milhões de reais para 250 municípios paulistas. Dinheiro que virou trator, grade, plantadeira. Equipamento que fica na prefeitura e atende o pequeno produtor que não tem como comprar uma máquina dessas sozinho.

Não é papo de palanque. É ferro no chão.

São Paulo não é só concreto

Muita gente esquece, mas São Paulo é gigante no agro. Entre janeiro e outubro de 2025, o estado registrou 162 bilhões de reais em valor bruto da produção agropecuária. Um aumento de 11,5% em relação ao ano anterior. Terceiro lugar no ranking nacional, só atrás de Mato Grosso e Minas Gerais.

E olha que estamos falando de um estado onde a capital tem mais gente que muito país por aí.

O agro paulista não é coadjuvante. Representa mais de 40% das exportações do estado. Em 2024, o saldo comercial foi de 23 bilhões de dólares positivos. Segundo melhor desempenho da história.

Quem vive disso sabe o peso que tem cada decisão lá em Brasília ou na Assembleia. Uma lei que sai, um imposto que cai, uma estrada que melhora. Tudo isso bate direto na planilha de custo. E no fim das contas, é o que define se você fecha o ano no azul ou no vermelho.

Articulação que funciona

Dani Alonso e Capitão Augusto não ficam só no discurso. Eles sentam com quem entende. Nos últimos três anos, foram várias reuniões com lideranças do setor. Tirso Meirelles, presidente da Faesp e do Senar, é um dos interlocutores frequentes. A ideia é simples: ouvir quem tá na lida, entender o problema, levar pro governo.

Foi assim que saiu a redução de impostos da mandioca. Do começo ao fim, a articulação foi encabeçada por eles. Não foi sorte. Foi trabalho.

E tem o apoio ao governador Tarcísio de Freitas também. A dupla vota junto, pressiona junto, entrega junto. Seja na regularização fundiária, que já beneficiou mais de 5 mil famílias desde 2023, seja no cadastro ambiental rural, que chegou a 200 mil propriedades regularizadas.

Tem gente que torce o nariz pra político. Eu entendo. Mas quando o cara entrega, tem que reconhecer.

Crédito, infraestrutura e menos burocracia

Nos últimos três anos, o governo paulista liberou 829 milhões de reais em crédito e subvenções. Beneficiou cerca de 42 mil produtores em todas as regiões do estado. Dani e Capitão Augusto apoiaram o programa desde o início. É dinheiro que entra pra investir, pra reduzir risco, pra ampliar a produção.

E tem a questão da estrada. Quem mora no sítio sabe que estrada ruim é prejuízo garantido. Produto que estraga no caminho, caminhão que quebra, frete que sobe. Os deputados destinaram recursos pra recuperação de estradas rurais e construção de pontes. Também apoiaram o programa Melhor Caminho, do governo estadual.

Parece básico, mas não é. Tem lugar que a estrada vira lama na primeira chuva. E aí não adianta ter safra boa se você não consegue escoar.

Marco temporal e defesa da propriedade

No Congresso Nacional, Capitão Augusto votou a favor do marco temporal das terras indígenas. Votou pela ampliação do prazo pra adesão ao Programa de Regularização Ambiental. Votou pelo aumento da punição pra quem invade propriedade rural. E ajudou a garantir que dinheiro público não financie invasão de terra.

São pautas que mexem com o produtor. Que definem se você tem segurança jurídica ou se vai dormir com medo de acordar com gente acampada na sua porteira.

Dani Alonso, na Assembleia, faz o mesmo tipo de trabalho. Defende a propriedade privada, apoia a regularização fundiária, briga por menos burocracia.

Os dois são conhecidos como os Patronos do Rodeio Brasileiro. Defendem a cultura sertaneja, os rodeios, as vaquejadas, as provas equestres. Não é só folclore. É identidade. É economia também. Rodeio movimenta dinheiro, gera emprego, traz turista.

Turismo rural e diversificação

Falando em turismo, a dupla tem apoiado iniciativas como a Rota do Café e a Rota do Vinho. São projetos que ajudam o produtor a diversificar a renda. Você planta, colhe, processa e ainda recebe o turista na propriedade. Vende a experiência junto com o produto.

É uma saída inteligente pra quem quer agregar valor. E em tempos de margem apertada, qualquer real a mais faz diferença.

O agro que alimenta e sustenta

Segundo a CNA, um quarto do PIB brasileiro vem do agronegócio. É o agro que coloca comida na mesa, que gera emprego, que paga imposto, que equilibra a balança comercial. E que, de quebra, ainda alimenta países do mundo todo.

Dani Alonso e Capitão Augusto declararam que contribuir pra esse crescimento é motivo de satisfação. E que o agro é um dos principais setores da economia nacional.

Não dá pra discordar.

O produtor rural brasileiro é resiliente. Planta no risco, colhe na incerteza, vende no aperto. Mas quando tem apoio de verdade, quando tem política pública que funciona, quando tem deputado que trabalha, a coisa anda.

Esses 86 milhões de reais em máquinas, a redução de imposto da mandioca, as estradas recuperadas, o crédito liberado. Tudo isso é combustível pra quem produz. É o que faz a diferença entre desistir e seguir em frente.

O recado que fica

Política não resolve tudo. Mas quando é bem feita, ajuda. E muito.

A atuação de Dani Alonso e Capitão Augusto mostra que dá pra fazer diferente. Dá pra ouvir o setor, articular com o governo, votar nas pautas certas e entregar resultado.

O agro paulista cresce. E parte desse crescimento tem digital de quem trabalhou pra que ele acontecesse.

Agora é seguir de olho. Porque promessa todo mundo faz. O que vale mesmo é entrega. E até aqui, a dupla tem entregue.

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