Dani Alonso e Capitão Augusto conquistam redução tributária para mandioca, R$ 86 milhões em máquinas e avanços na infraestrutura rural de São Paulo.
Quando a caneta anda mais rápido que a enxada
Tem dia que a gente acha que política não serve pra nada. Mas aí chega uma notícia dessas e a conversa muda de tom.
A deputada estadual Dani Alonso e o deputado federal Capitão Augusto, ambos do PL, acabam de garantir uma redução de impostos que vai direto pro bolso de quem planta mandioca em São Paulo. E não foi pouca coisa não. A carga tributária sobre os principais derivados da mandioca caiu pra 3,5% nas vendas interestaduais. Isso significa competitividade de volta. Significa que o produtor paulista volta a brigar de igual pra igual com quem vende de outros estados.
E tem mais. Nos últimos três anos, a dupla ajudou a destinar 86 milhões de reais para 250 municípios paulistas. Dinheiro que virou trator, grade, plantadeira. Equipamento que fica na prefeitura e atende o pequeno produtor que não tem como comprar uma máquina dessas sozinho.
Não é papo de palanque. É ferro no chão.
São Paulo não é só concreto
Muita gente esquece, mas São Paulo é gigante no agro. Entre janeiro e outubro de 2025, o estado registrou 162 bilhões de reais em valor bruto da produção agropecuária. Um aumento de 11,5% em relação ao ano anterior. Terceiro lugar no ranking nacional, só atrás de Mato Grosso e Minas Gerais.
E olha que estamos falando de um estado onde a capital tem mais gente que muito país por aí.
O agro paulista não é coadjuvante. Representa mais de 40% das exportações do estado. Em 2024, o saldo comercial foi de 23 bilhões de dólares positivos. Segundo melhor desempenho da história.
Quem vive disso sabe o peso que tem cada decisão lá em Brasília ou na Assembleia. Uma lei que sai, um imposto que cai, uma estrada que melhora. Tudo isso bate direto na planilha de custo. E no fim das contas, é o que define se você fecha o ano no azul ou no vermelho.
Articulação que funciona
Dani Alonso e Capitão Augusto não ficam só no discurso. Eles sentam com quem entende. Nos últimos três anos, foram várias reuniões com lideranças do setor. Tirso Meirelles, presidente da Faesp e do Senar, é um dos interlocutores frequentes. A ideia é simples: ouvir quem tá na lida, entender o problema, levar pro governo.
Foi assim que saiu a redução de impostos da mandioca. Do começo ao fim, a articulação foi encabeçada por eles. Não foi sorte. Foi trabalho.
E tem o apoio ao governador Tarcísio de Freitas também. A dupla vota junto, pressiona junto, entrega junto. Seja na regularização fundiária, que já beneficiou mais de 5 mil famílias desde 2023, seja no cadastro ambiental rural, que chegou a 200 mil propriedades regularizadas.
Tem gente que torce o nariz pra político. Eu entendo. Mas quando o cara entrega, tem que reconhecer.
Crédito, infraestrutura e menos burocracia
Nos últimos três anos, o governo paulista liberou 829 milhões de reais em crédito e subvenções. Beneficiou cerca de 42 mil produtores em todas as regiões do estado. Dani e Capitão Augusto apoiaram o programa desde o início. É dinheiro que entra pra investir, pra reduzir risco, pra ampliar a produção.
E tem a questão da estrada. Quem mora no sítio sabe que estrada ruim é prejuízo garantido. Produto que estraga no caminho, caminhão que quebra, frete que sobe. Os deputados destinaram recursos pra recuperação de estradas rurais e construção de pontes. Também apoiaram o programa Melhor Caminho, do governo estadual.
Parece básico, mas não é. Tem lugar que a estrada vira lama na primeira chuva. E aí não adianta ter safra boa se você não consegue escoar.




