Temas de impacto para o agronegócio brasileiro – como o complexo de enfezamentos do milho, o manejo da adubação em tempos de altos preços e escassez de fertilizantes, cenários futuros da cadeia produtiva de grãos, conjunturas nacional e internacional e volatilidade econômica das commodities agrícolas – serão alguns dos assuntos que especialistas irão debater durante o XXXIII Congresso Nacional de Milho e Sorgo (CNMS), que acontece de 12 a 15 de setembro de 2022
A conferência de abertura abordará o tema “Commodities agrícolas brasileiras e os desafios para produção e posicionamento de grãos e proteína animal”, de acordo com a visão de Ricardo João Santin, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) e membro do CAE (Comitê Assessor Externo) da Embrapa Milho e Sorgo. A moderação ficará a cargo do diretor-executivo da Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho) Glauber Silveira.
No segundo dia do evento, Paulo Gala, economista do Banco Master de Investimento e professor de Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), abordará o assunto “Oportunidades e ameaças para commodities agrícolas brasileiras com foco em cadeia produtiva de grãos – uma visão global interna frente aos mercados atuais e potenciais”. Na sequência, especialistas também debaterão visões específicas para os mercados chinês, americano e europeu, trazendo os cenários futuros globais que poderão impactar e orientar estratégias para governos e stakeholders públicos e privados de cadeias produtivas.
A Comissão Organizadora destaca ainda dois outros painéis sobre avanços, gargalos e oportunidades técnicas e mercadológicas nos temas: “Manejo inteligente de solos e uso eficiente de fertilizantes para maior competitividade de commodities agrícolas brasileiras”, tratando do aumento da resiliência dos sistemas de cultivo e estratégias de redução de adubação em solos de fertilidade construída; e “Os desafios do manejo de enfezamentos na cultura do milho”, no seu complexo microrganismos e insetos-vetores, com abordagem tanto dos aspectos técnicos quanto dos mercadológicos e dos programas e planos nacionais coordenados pelo Ministério da Agricultura e parceiros para redução dos danos em lavouras. Serão seis palestrantes renomados para aquecer a discussão e induzir desdobramentos, pós-evento, em novas oportunidades e inovação para as cadeias produtivas.







