O mercado da soja na Bolsa de Chicago devolve parte das boas altas registradas na sessão anterior e trabalha do lado negativo da tabela

As oscilações, porém, eram bastante tímidas na manhã de hoje, e não passavam de 1,50 ponto pero de 7h10 (horário de Brasília) entre as posições mais negociadas. O novembro/17 era negociado a US$ 9,67 e o maio/18, referência para a safra do Brasil, em US$ 9,95.

No entanto, de acordo com analistas internacionais ouvidos pelo portal Agrimoney, a soja – entre os grãos negociados na CBOT – é a que conta agora com uma tendência mais positiva, ao menos no curto e médio prazo, com alguma preocupação que começa a surgir com a colheita nos Estados Unidos, além da força que a demanda continua mostrando.

“Os rumores são de que, na medida em que a colheita nos Estados Unidos se encaminha para a lavouras de soja plantadas mais tarde os rendimentos registrados começam a ser menores”, diz a Benson Quinn Commodities.

Já o analista de mercado da Futures International, Terry Reily, complementa dizendo que “a combinação de temperaturas mais baixas e chuvas não favorece a maturação da soja mais tardia”.

Paralelamente, há o ajuste natural do mercado à espera dos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na próxima quinta-feira, 12 de outubro, em seu boletim mensal de oferta e demanda.