“Tudo começou no século XVIII, quando meu antepassado, Antônio Arantes Marques, recebeu Sesmaria da Conquista, onde foi construída a Fazenda Conquista.

Na divisão da fazenda para os sucessores, a minha família herdou a Fazenda Olaria. No início do século XIX, as terras da nossa fazenda já eram utilizadas para produção de leite.

Na época, com gado mestiço. Em 1978, minha mãe, Maria Celeste Arantes Ribeiro, herdou a fazenda e, no ano de 2002, tomei frente dos negócios, sempre focado na busca por investimentos e melhorias, com o intuito de manter viável a atividade leiteira em nossa propriedade. Atualmente, são 110 hectares disponibilizados para pecuária”, conta o pecuarista Cidmar Arantes Ribeiro. Conheça a história completa. Os dados da fazenda são gerenciados pelo software Ideagri.

Cidmar relata que, quando sua mãe recebeu herança, na falta de recursos para comprar um touro de qualidade, decidiram investir em inseminação artificial, uma maneira mais fácil, prática e com garantia da utilização de reprodutores superiores para produção de leite.

No ano de 2008, com 300 litros/dia, Cidmar decidiu investir na melhoria genética do rebanho e nas pastagens. Em três anos, a Fazenda Olaria chegou a produzir 3 mil litros/dia. “Iniciarmos a parceria em 2015. Passamos a selecionar os touros, com bastante foco em saúde e sempre utilizando o acasalamento por geologia para evitar a consanguinidade. Além disso, desde o início de nossa parceria, sempre buscamos trabalhar muito forte em treinamentos da equipe em manejo corretos de inseminação dos animais. Conseguimos, assim, inicialmente aumentar a taxa de concepção sêmen sexado nas novilhas e passar a usar essa ferramenta (sexado) com mais pressão ainda, aumentando assim a evolução genética da fazenda”, conta o gerente regional da alta, em Itanhandú (MG), Rodrigo Ribeiro.

Responsável pela genética dos animais, Rodrigo desenvolve um trabalho conjunto com o veterinário prestador de serviços. Na fazenda, inicialmente, foi usado o Alta Gestão, um software de gestão de reprodução. “A partir disso, conseguimos fazer uma análise correta sobre os números reprodutivos. Fizemos alguns treinamentos de ajustes e conseguimos uma evolução muito grande na taxa de prenhez. Após um período utilizando Alta gestão, período esse que serviu para a fazenda evoluir em questão de análises e anotações. Então, realizamos a migração para o Ideagri”. Os dados são gerenciados pelo técnico Bráulio Araújo Teixeira.