No mercado do suíno, preços se mantêm firmes em São Paulo e recuam no Paraná, veja a seguir

No encerramento de fevereiro, o mercado do suíno vivo apresenta dinâmicas distintas entre os estados brasileiros. Enquanto São Paulo mantém as cotações em alta devido à forte demanda da indústria, no Paraná os preços recuam, refletindo um arrefecimento na procura. Em meio a um cenário de oscilação, frigoríficos ajustam suas estratégias de compra, buscando equilibrar custos e oferta.

O estado de São Paulo segue com preços firmes no segmento de suínos vivos. O motivo principal é a consistente demanda da indústria frigorífica, que continua adquirindo lotes de animais para abastecimento do mercado interno e externo. Com um consumo estável e oferta relativamente ajustada, os suinocultores paulistas encontram um cenário favorável para a comercialização, garantindo a sustentação dos valores praticados.

Paraná

No Paraná, o cenário é inverso. O enfraquecimento da procura impacta diretamente os preços, resultando em desvalorizações no mercado de suínos vivos. Frigoríficos da região reduziram as aquisições de novos lotes, ajustando suas operações diante de um escoamento mais lento da carne.

A resistência na ponta final do consumo também contribui para essa queda, criando desafios para os produtores paranaenses na precificação dos animais.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, o mercado segue relativamente estável. O equilíbrio entre oferta e demanda impede oscilações bruscas nos preços, garantindo um ambiente de maior previsibilidade para os suinocultores. Sem grandes variações, a comercialização ocorre de forma cadenciada, sem excessos de oferta ou gargalos significativos na procura.