A carne suína é a proteína mais consumida no mundo, representando 35,6% do consumo global, mas, nos últimos anos, a peste suína africana (PSA) tornou-se uma grande ameaça ao setor, causando enormes perdas nos rebanhos e gerando drásticas consequências econômicas, de acordo com uma declaração conjunta da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
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Para apoiar os esforços dos países para proteger as economias e a segurança alimentar, as agências internacionais lançaram nesta segunda-feira (20/07) a Iniciativa para o Controle Global do PSA e pediram aos países e parceiros que unissem forças contra a doença.
Sem a existência de uma vacina eficaz, a PSA afeta hoje vários países da África, Ásia e Pacífico e Europa. Segundo declarações da OIE-FAO, o vírus não está apenas impedindo a saúde e o bem-estar dos animais, mas tem impactos negativos sobre os meios de subsistência dos agricultores.
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“Atualmente, 51 países são afetados pela peste suína africana. Em meio à difícil situação apresentada pelo Covid-19, a PSA continua a se espalhar, intensificando as atuais crises socioeconômicas e de saúde”, disse o Dr. Matthew Stone, vice-diretor geral da OIE para padrões e ciências internacionais.
Muitos países afetados pelo PSA carecem de recursos humanos, financeiros ou técnicos suficientes para detectar e conter rapidamente doenças animais, disseram a OIE-FAO.




