Controle sobre os volumes e qualidade da mercadoria. Estes são os principais fatores apontados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para “privatizar” os armazéns públicos do Governo Federal sob a tutela da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Somente Mato Grosso, independente de o armazém ser público ou privado, possui um déficit de armazenagem de 22 milhões de toneladas de grãos, mais precisamente de soja e milho.
A possibilidade da Conab deixar a armazenagem de grãos, como soja e milho, foi levantada pelo ministro Blairo Maggi em Cuiabá na última sexta-feira, 09 de dezembro, durante o Fórum Mais Milho.
Segundo Maggi, passando para a iniciativa privada o controle sobre os volumes armazenados e a qualidade da mercadoria se terá um trabalho mais eficiente e que gere menos prejuízos para o Governo Federal.
Ainda de acordo com Maggi, contratos que previam a instalação de armazéns da Conab foram suspensos. No caso dos armazéns já instalados são considerados opções de venda, cujo valor será revertido para os cofres da União, ou serão transferidos para as prefeituras.



