O período de maior migração de aves para a América do Sul iniciou em novembro e vai até abril.
Nestes meses se intensificam as ações já realizadas de vigilância conjunta e são reforçadas as medidas de biosseguridade, para diminuir os riscos de entrada e disseminação da influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), também conhecida como gripe aviária. A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) junto à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) chama atenção para a necessidade de redobrar os cuidados.
Santa Catarina se mantém livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, sem registro de casos nos aviários comerciais. Isso é fundamental, pois é um dos estados que mais produz carne de aves, sendo o segundo maior produtor e exportador de carne de frango do país, correspondendo a 12,7% da produção nacional.
“O trabalho integrado da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária, Cidasc e setor produtivo é permanente e vigilante. Isso permite que nossos aviários comerciais fiquem livres do vírus. Temos um sistema de Defesa Agropecuária de alta credibilidade, somos referência nacional e internacional em sanidade e atendemos os mercados mais exigentes”.
Valdir Colatto – Secretário de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina
A influenza aviária é considerada uma doença de alto risco para aves domésticas e silvestres quando causada por subtipos de vírus altamente patogênicos. É uma doença grave, com altas taxas de mortalidade das aves, além de ser de notificação obrigatória aos órgãos oficiais nacionais e internacionais de controle de saúde animal.




