Soja (MT)R$ 137,67-0.30%
Milho (MT)R$ 48,48-0.51%
Algodão (MT)R$ 135,28+0.37%
Boi Gordo (MT)R$ 322,53+0.02%
Leite (MT)R$ 2,40+5.83%
Soja (MT)R$ 137,67-0.30%
Milho (MT)R$ 48,48-0.51%
Algodão (MT)R$ 135,28+0.37%
Boi Gordo (MT)R$ 322,53+0.02%
Leite (MT)R$ 2,40+5.83%
Soja (MT)R$ 137,67-0.30%
Milho (MT)R$ 48,48-0.51%
Algodão (MT)R$ 135,28+0.37%
Boi Gordo (MT)R$ 322,53+0.02%
Leite (MT)R$ 2,40+5.83%

Frango: Brasil puxou queda de preço da carne em janeiro, apontam FAO

Frango: Brasil puxou queda de preço da carne em janeiro, apontam FAO

Em janeiro, a carne de frango voltou a registrar nova e consecutiva queda de preço

Seu valor médio no mês alcançou a marca dos 105,69 pontos (2014/2016 = 100), registrando redução mensal de 1,56% e bimestral de quase 3,3% (pico de preço dos últimos 12 meses, alcançado em novembro/21, foi de 109,26 pontos).

Preliminares, os dados da FAO relativos aos preços alcançados pelos dois países que compõem seu índice da carne de frango, Brasil e EUA, revelam que a baixa foi determinada pelo produto brasileiro, porquanto os de origem norte-americana aumentaram 2,93% (pela FAO, a retração de preços do Brasil foi de 3,13% no mês, mas os dados internos, da SECEX/ME, indicam que a queda de preço registrada em janeiro não chegou a 1%).

Analisando a nova baixa da carne de frango, a FAO observa que o volume exportável global superou a demanda dos importadores – apesar de os suprimentos terem sido restritos, devido a atrasos na produção e a problemas de transporte decorrentes, ainda, da Covid-19. Também restringiram o abastecimento do mês os surtos de Influenza Aviária em diversos países grandes produtores.

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A carne suína, por seu turno, registrou relativa estabilidade, mantendo, na prática, o mesmo preço dos três meses anteriores (média de 89,21 pontos entre outubro/21 e janeiro/22, sem grandes variações entre valores máximos e mínimos). Mas isso só ocorre porque, em função dos altos custos e da escassez de mão de obra nos abatedouros, a oferta global sofreu redução. Ou seja: não fossem esses fatores limitantes, os preços do produto teriam recuado por conta da significativa queda de demanda por parte da China.

A carne bovina, por fim, continua sendo a única entre as três a registrar valorização praticamente contínua. Por sinal, ao alcançarem a marca dos 132,32 pontos em janeiro, seus preços atingiram novo recorde histórico. Nos últimos 12 meses o produto valorizou-se 29%, contra 18% da carne de frango e apenas 1,4% da carne suína. Um resultado explicado por uma forte demanda global e por uma oferta relativamente restrita da parte, principalmente, do Brasil e de países da Oceania.

Por Avisite

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Foto de Vicente Delgado

Sobre o autor

Vicente Delgado

DRT 2364/MT
Editor-Chefe e Fundador24+ anos de experiência

Jornalista e fundador do Agronews, atua desde 2002 em produção audiovisual e cobertura do agronegócio brasileiro, com foco em commodities, política agrícola, pecuária e eventos do setor.

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