Após alguns meses em queda por conta da pandemia da Covid-19, o mercado imobiliário segue em curva ascendente na retomada das vendas, com reflexos positivos em todos os segmentos, desde o mais econômico até o de alto padrão. A taxa básica de juros na mínima histórica de 2,00% ao ano tem impulsionado muitas pessoas a sair do aluguel ou mesmo a encarar a troca do imóvel por outro que esteja de acordo com as suas atuais expectativas de vida.

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Esse ambiente econômico mais favorável tem feito muita gente encarar o financiamento imobiliário: a busca de recursos com os bancos, que hoje respondem por grande parte dos pagamentos dos imóveis. De acordo com Andrezza Vivi, Gerente de Repasse da incorporadora SKR, recentemente a empresa fez a entrega de um empreendimento MOOU no bairro da Vila Madalena e aproximadamente 50% dos clientes optaram pelo financiamento junto aos bancos e os outros 50% pela quitação na entrega do imóvel. “Hoje a taxa de juros está favorável, os prazos são mais longos, o que permite que os consumidores consigam uma parcela que caiba no orçamento”.

Com um perfil mais conservador no que diz respeito à análise de crédito de seus clientes, a SKR faz um trabalho criterioso e analítico para aprovar as vendas. Inclusive sinalizando sobre as condições ou não de obter financiamento junto às instituições bancárias, caso os compradores optem por essa modalidade. Isso resulta em baixos índices de inadimplência e de distratos, de acordo com Vivi.

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Além disso, como traço característico desse modo de atuação voltado para uma venda saudável, a SKR inicia o processo de repasse bancário em torno de seis meses antes da entrega do imóvel. Nessa etapa, o cliente confirma a opção do financiamento bancário – realizada na aquisição do imóvel através do contrato de promessa de compra e venda – bem como os valores a serem financiados e a incorporadora verifica a aprovação do crédito junto à instituição bancária indicada pela construtora ou escolhida pelo cliente. “Paralelamente a esse processo, seguimos com a parte burocrática de documentação do empreendimento, como o habite-se, registro de especificação do condomínio e as matrículas individualizadas de cada unidade. O banco somente libera o financiamento após a apresentação desses documentos e registro do contrato de financiamento em cartório de registro de imóveis”, explica Andrezza.