As exportações totais de carne bovina em 2021 (incluindo produtos in natura e processados), apresentaram queda de 7,37% no volume e crescimento de 8,85% na receita em comparação com a movimentação de 2020, informou a Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), que compilou os dados Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia
Segundo a entidade, o país movimentou 1.867.595 toneladas em 2021 diante de 2.016.223 toneladas em 2020, ano de recorde na exportação. Graças a elevação do preço do produto nos mercados internacionais, no entanto, a receita subiu de US$ 8,485 bilhões em 2020 para US$ 9,236 bilhões em 2021. A Abrafrigo também divulgou os números de dezembro das exportações totais.
A movimentação no último mês do ano alcançou 151.594 toneladas contra 168.156 toneladas em 2020, queda de 10%. A receita obtida foi de US$ 726,66 milhões, contra US$ 741,26 milhões em 2020, redução de 2%. Embora tenha reduzido suas importações de 1.182.674 toneladas em 2020 para 950.057 toneladas em 2021 (queda de 20%), a China continua sendo o maior comprador da carne bovina brasileira, através da movimentação realizada pela cidade estado de Hong Kong e pelas compras realizadas pela China continental.
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No ano passado, os Estados Unidos se transformaram no segundo maior importador do produto, partindo de aquisições de 59.545 toneladas em 2020 para 148.177 toneladas em 2021, com aumento de 148,9% na movimentação. O Chile se manteve na terceira posição, saindo de 90.403 toneladas importadas em 2020 para 110.626 toneladas em 2021 (+22,4 %). Mesmo diminuindo suas compras em 42,5%, de 127.953 toneladas para 73.612 toneladas, o Egito ocupou a quarta posição.




