Uma recessão econômica mais longa do que se previa, aliada à paralisação do setor industrial e à inflação, fez com que o setor florestal amargasse queda considerável no preço da madeira.

Hoje, estima-se que o seu metro cúbico, principalmente do eucalipto, que representa mais de 90% de toda a área cultivada do Estado, esteja nada menos que 30% mais barato do que o preço médio praticado há seis anos, – período entre o início das operações do complexo de papel e celulose, Fibria e International Paper, e obras de instalação da Eldorado Brasil.

Desde então, o maciço florestal sul-mato-grossense não tem parado de crescer. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), a média de crescimento é de 30 mil hectares de florestas a mais ao ano, o que equivale a uma taxa de cerca de 3,5% ao ano.