Veja também, nesta coluna, o efeito do petróleo na soja e a simplificação dos processos de defensivos
Por Giovanni Lorenzon – AGRONEWS®
O que o mundo vai começar a prestar a atenção daqui para frente é como a saída pós-pandemia pode ser impacta pela crise sem precedentes de energia nos países centrais.
O quase apagão de gás natural na Europa e de carvão na China já cobra um preço nas economias, segundo alertas, entre outros, do Financial Times. E os indicadores econômicos já mostram certa desaceleração.
Mas se a evolução desse processo chegar a níveis incendiários, os PIBs deverão sentir, e o efeito para as economias periféricas serão mais sentidos.
Mesmo nos Estados Unidos o alerta está dado.
Desaceleração econômica é sinônimo de fluxo menor de exportações, porque os grandes consumidores globais estarão produzindo menos e com mais inflação.
Mesmo para o Brasil, cujo destino principal de seus produtos seja a China – commodities agro e minérios -, o sinal é de alerta.
O lado minimamente positivo é que o petróleo, que agora surfa com a crise, poderá cair. Haverá, certamente, excedente, a menos que os países produtores resolvam cortar drasticamente a produção.
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Soja apela para o petróleo
Enquanto há força do óleo de soja sobre o grão, há a tendência de atenuar a pressão de baixa que vem com a colheita americana acelerando e o plantio no Brasil ganhando mais área. E com chuvas no front.
Mesmo que sejam ganhos limitados, como nesta segunda, o óleo de soja é puxado pela força do petróleo.




