Os dados do Sindan apontam crescimento também em 2022, impulsionado pelos projetos de expansão encabeçados pelas agroindústrias e cooperativas de olho, principalmente, no mercado externo
O setor de saúde animal irá fechar 2021 com crescimentos significativos nos principais mercados de animais de produção, assim como no segmento de pets (animais de companhia).
Os maiores volumes embarcados de carnes de aves, suínos e bovinos, assim como um mercado interno que demandou por proteína ao longo do ano, alternando entre as três principais carnes de acordo com o preço, além do ovo, garantiu a indústria veterinária avanços significativos nas vendas, mesmo com fortes desafios.
A pandemia trouxe reflexos diretos na economia e renda da população brasileira, afetando o seu consumo. No entanto, o mercado internacional manteve o ritmo de compras, o que evitou excesso de oferta das carnes no mercado interno, de acordo com Sindan.
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Com a sanidade encarada como item primordial dentro dos setores produtivos, as vendas de produtos veterinários seguiram em alta, principalmente de biológicos, um dos segmentos que mais têm crescido em aves e suínos, por exemplo.




