A vacina brasileira contra a febre aftosa tem qualidade, com segurança e eficácia reconhecidas pelas autoridades, produtores, indústria e instituições internacionais de saúde animal

 

O processo de fabricação é longo, extremamente rígido e inclui duplo controle dos processos – pela indústria e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) –, além de seguir todas as normas, produção, colheita, armazenamento e distribuição definidas pelas autoridades governamentais, sendo este processo 100% rastreado, o que garante aos pecuaristas e todos os demais envolvidos a maior segurança existente tratando de um produto biológico.

Eventuais reações provocadas pela vacina nos bovinos ocorrem por uma série de fatores, que vão da base oleosa e adjuvantes utilizados até sensibilidade e estresse animal, processo de vacinação em si, com agulhas mal esterilizadas e/ou inadequadas, e aplicação em locais inadequados.

O Brasil fabrica vacinas contra febre aftosa desde a década de 1960, tendo, portanto, larga experiência nessa área. Além disso, a indústria veterinária investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento, com o compromisso de colocar no mercado vacinas cada vez mais eficientes, inclusive sem proteínas estruturais, o que permitiu atingirmos o status atual de exportador, com base no reconhecimento de livre da aftosa com vacinação.

A vacina e o processo de vacinação em massa são indispensáveis para o sucesso do PNEFA (Programa Nacional de Erradicação e Vacinação contra a Febre Aftosa) no reconhecimento do Brasil como área livre de febre aftosa, sendo, inclusive, ferramentas citadas nos manuais da FAO.