O bolo recheado de frutas secas é uma tradição do Natal italiano
Ele foi criado na cidade de Milão, não se sabe ao certo por quem. Há diversas versões difundidas na sabedoria popular. A mais famosa delas diz que, entre 1300 e 1400, um certo Ughetto resolveu se empregar numa padaria para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono, Toni. Para impressionar o chefe, ele inventou um bolo em formato de cúpula de igreja, e chamou-o de “Pane di Toni”. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa.
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No Brasil, a tradição surgiu depois da Segunda Guerra Mundial. Imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal. O bolo se popularizou por aqui graças a Carlo Bauducco, que começou a vender sua receita na doceria que possuía em São Paulo.
Os panetones industrializados levam 55 horas para ficar prontos. Só o processo de fermentação demora 40 horas. O Brasil é o segundo maior produtor da receita no mundo. São 37 milhões de unidades fabricadas por ano. A Itália ocupa o primeiro lugar, com 55 milhões de unidades anuais. Uma fatia de 80 g de panetone tem, em média, 280 calorias.


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