O movimento de baixa da carne bovina no atacado sem osso, depois de dois meses, chegou ao fim nesta semana. Foi a primeira alta imposta pelos frigoríficos aos preços da carne em 2017.
A redução na entrega de boiadas, em função da época do ano, acabou diminuindo os estoques, mesmo que a melhora da demanda ainda não dê motivos suficientes para comemorar. Além disso, a proximidade com o pagamento de salários sempre gera uma expectativa de crescimento das vendas.
Tudo isso somado acabou criando condições às valorizações.
A carne de dianteiro, “mais barata”, vendida, em média, por 42,0% menos que os cortes de traseiro, foi o que puxou o mercado. Estes itens tiveram reajustes de 0,73%, contra 0,17% para os de maior valor agregado.



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