Encontro acontece entre 29 e 30 de agosto em São Paulo e conta com apresentação da empresa sobre o ‘Futuro, Tecnologia e Sustentabilidade’
- Bayer segue sua estratégia de disponibilizar aos produtores rurais soluções inovadoras e integradas para o desenvolvimento sustentável da agricultura.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio) indicam que o mercado de defensivos agrícolas biológicos no Brasil deve registrar crescimento entre 15% e 20% nas vendas dos próximos anos. Diante deste cenário, a Bayer participa entre 29 e 30 de agosto do primeiro Fórum Brasileiro de Biodefensivos, que acontece em São Paulo.
O objetivo principal do evento é reunir toda a cadeia produtiva para discutir as principais diretrizes para o fortalecimento dos biodefensivos no Brasil. Nesse contexto, às 9h do dia 30 de agosto, o diretor do Centro de Expertise de Agricultura Tropical da Bayer, Dirceu Júnior, falará sobre ‘Futuro, Tecnologia e Sustentabilidade – Como será a dinâmica e a integração entre as tecnologias nos próximos anos e de que forma elas contribuirão para a sustentabilidade no Brasil e no Mundo?’, em parceria com o chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, Marcelo Augusto Boechat Morandi.
“A Bayer sempre defende que para o desenvolvimento sustentável da agricultura é fundamental a adoção integrada de tecnologias, que isoladas e utilizadas de forma não adequada podem comprometer este desenvolvimento. Temos boas perspectivas para os próximos anos, já que a procura por esses produtos no mercado interno é crescente. Os biodefensivos são importantes para todos os agentes das cadeias produtivas, em culturas agrícolas e até mesmo na pecuária, devido aos inúmeros benefícios que oferecem”, explica Dirceu Júnior.
A divisão Crop Science da Bayer possui centros de pesquisa em defensivos biológicos integrados ao redor do mundo (Brasil, Argentina, México, Estados Unidos e Alemanha). Por ser uma companhia que investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento, a empresa adquiriu as parceiras Agraquest (2012), Prophyta (2013) e a Biagro (2014) para complementar o portfólio de biodefensivos.



