A análise da evolução da receita cambial da carne de frango a partir dos quatro principais itens exportados – frango inteiro, cortes de frango, industrializados e carne de frango salgada – revela que, na última década, apenas os cortes tiveram sua participação aumentada. Ou seja: os demais itens perderam peso na balança comercial do setor.
Siga-nos no Facebook – Instagram – Youtube
Em relação a 2019, no ano passado a participação dos cortes sofreu ligeira retração: de 69,5% para 68,9% da receita cambial total. Mesmo assim, esse índice foi quase 33% superior ao registrado em 2010, ocasião em que os cortes responderam em média, por cerca de 52% da receita total da carne de frango.
Quando a década retrasada terminou (2010), o frango inteiro foi responsável por um terço da receita cambial do produto. Dez anos depois sua participação recuou para 22,5%, perda de, praticamente, 32% em uma década.
Por que algumas aves botam ovos mesmo sem ter um macho junto?
Porém, as perdas maiores em valores relativos foram compartilhadas entre a carne salgada e os industrializados de frango: redução de mais de 43% de 2010 para 2020. Ou, de 15% para 8,5% na média do exercício passado.





