O Dragão da Produtividade que protege a lavoura contra os males do campo. A força tripla da tecnologia japonesa agora é o escudo definitivo para a rentabilidade da soja porteira pra dentro.
No mundo do agro, a gente sabe que a conversa é outra quando o assunto é Ferrugem Asiática. Não é apenas uma doença, é um incêndio silencioso que, se bobear, pode consumir até 90% do que você suou o ano inteiro pra plantar. Na Show Rural Coopavel 2026, a IHARA não trouxe apenas mais um fungicida para a prateleira. Ela apresentou o Sugoy, uma solução que a gente apelidou aqui de “O Dragão da Produtividade“.
Mas por que essa analogia? Porque na lida do campo, o produtor está cansado de “remendo“. Ele precisa de uma força que ataque o problema por todos os flancos, sem dar chance para o fungo criar resistência ou achar uma brecha na folha.
A anatomia do dragão: Três ataques em uma só batida

Para ficar bem entendido, podemos dizer que a lavoura é como um castelo. Antigamente, você precisava contratar três guardas diferentes para cuidar do portão, das torres e do pátio interno. O Sugoy é o dragão que faz os três serviços sozinho. Tecnicamente, estamos falando de uma mistura poderosa de Estrobilurina, Carboxamida e Multissítio (Clorotalonil).
No uso prático, as “3 cabeças” desse dragão agem assim:
- A Cabeça de Choque (Contato): Assim que o produto toca a planta, ele já “queima” os esporos que estão tentando se instalar. É o pé no peito do inimigo logo na entrada.
- A Cabeça Sistêmica (Proteção Interna): O produto circula na seiva. É como se o dragão patrulhasse os corredores internos da planta, protegendo o que o olho não vê.
- A Cabeça de Longa Duração (Efeito Residual): O Clorotalonil cria uma barreira que o sol e a chuva demoram a tirar. É o fogo que continua aceso, impedindo novas invasões por muito mais tempo.

Como bem destacou Rafael Scapini de Oliveira, Gerente Comercial Distrital IHARA, a força está justamente nessa união. “O Sugoy é uma mistura tripla, uma grande força que a gente tem no controle de ferrugem. Ele tem múltiplos mecanismos de ação, assegurando essa máxima produtividade.”, reforça Scapini.
Menos “alquimia” no tanque e mais diesel economizado
Quem opera o pulverizador sabe o perrengue que é ter que fazer “mistura de tanque” complexa. É um tal de bota pó, bota líquido, reza pra não dar nata, torce pra não entupir bico. Além do risco de errar a mão na dose, você perde um tempo precioso que o clima nem sempre te dá.
O diferencial prático do Sugoy é que ele já vem “pronto pro combate“. Você elimina aquela necessidade de adicionar vários produtos diferentes para tentar cobrir as falhas um do outro. Nesse ponto, Rafael foi cirúrgico: “O produtor não precisa estar adicionando mais de um produto no pulverizador. Ele é uma formulação completa.”
Isso significa menos tempo parado reabastecendo e mais hectares protegidos por hora. Em tempos de margem apertada, a eficiência operacional é o que separa quem fecha no azul de quem apenas empata a conta.





