Tello deve produzir 200 mil toneladas de fertilizantes biointeligentes e tem planos de faturar até R$ 500 milhões
Uma nova era se inicia no mercado nacional de fertilizantes com a chegada da Tello, uma indústria pioneira no segmento de Fertilizantes Biointeligentes. Fruto de uma colaboração entre grandes nomes do agronegócio como Amaggi, Coopercitrus, Souza e Lucas Participações, Viola Participações e Tecnobeef, a Tello está determinada a marcar seu espaço desde o primeiro ano de operação.
Meta ousada
Com uma meta ambiciosa de produzir aproximadamente 200 mil toneladas de fertilizantes biointeligentes e alcançar um faturamento de até R$ 500 milhões até 2026, a empresa já obteve aprovação do Cade para sua criação.
A produção dos fertilizantes biointeligentes da Tello já está em andamento em uma das unidades de seus parceiros. O investimento inicial de R$ 120 milhões será direcionado para a construção da primeira unidade própria, localizada em Altair (SP), com capacidade para 200.000 toneladas, prevista para iniciar suas operações em 2025. Além disso, há planos para uma segunda unidade no estado de Mato Grosso.
Samuel Maggi Locks, acionista e membro do Conselho da Amaggi, ressalta que a Tello nasce com visão voltada para o futuro. “Além disso, tem como propósito atender às necessidades específicas de cada cliente, de forma personalizada, o que proporciona ganhos indiscutíveis e cumulativos”.
Carlos Pellicer, da Viola Participações, destaca a magnitude das oportunidades apresentadas por essa iniciativa conjunta, “As oportunidades são imensas”. Ele ressalta que a Tello é o resultado de uma visão compartilhada entre as cinco empresas, todas alinhadas com um projeto que visa promover a produção de alimentos sustentáveis, com foco em compreender e valorizar a terra para cultivar a vida.
Esta é combinação de grandes players de mercado, a Viola Participações, sócia da Tello ao lado de Amaggi, Coopercitrus, Souza e Lucas Participações e Tecnobeef. “As cinco empresas têm as mesmas visões de futuro e, com a Tello, colocam em prática um projeto fantástico que contribui com a produção de alimentos sustentáveis, tendo como propósito entender a terra para cultivar a vida”, complementa Pellicer.




