Como é esperado, a Selic será aumentada, mas o câmbio pode não cair, mantendo a soja com impulso exportador; a renda fixa atraindo investidor; e deixando ações – boas – mais baratas
Por Giovanni Lorenzon – AGRONEWS®
Nesta quarta (8) o Copom anuncia a nova taxa de juros básicos para o País. O salto para 9,5% está quase garantido, mas também tem muita gente achando que pode ser mais para cima ainda.
E Selic em alta, sempre se acende a expectativa de dólar mais barato na troca por reais.
A soja é, no momento, o principal ativo do agronegócio que a essa altura mira só o câmbio no Brasil.
O real desvalorizado ajuda a atrair a China, no momento em que o Brasil ainda tem um torno de 9 a 10 milhões de toneladas para ser escoada antes da chegada da colheita nova, a partir de janeiro.
Nesse ponto, a definição da nova taca Selic entrou na agenda dos produtores e exportadores que ainda têm grão velho guardado.
Nas últimas elevações dos juros básicos, não houve queda do dólar. A sequência de deterioração do cenário econômico não ajudou a entrada de divisas, que forçaria a queda da taxa.
No último encontro do Banco Central do ano, as apostas estão na repetição dos +150 pontos base, ou seja, subindo aos 9,25% ao ano.
Mas as opções do Copom negociadas na B3 mostram aumento das apostas quanto a +175 e até +200 pb.
Então, toda a atenção dos mercados.
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