O aleitamento materno é fundamental para o desenvolvimento do bebê nos seis primeiros meses de vida, pois proporciona todos os nutrientes necessário nesta fase.
A partir do 6º mês, novos alimentos são introduzidos de forma gradual e expõe o bebê a novos sabores e novas texturas que se modificam até que as refeições sejam as mesmas para toda a família.
O ovo é um alimento que faz parte da rotina do bebê a partir do 6º mês e colabora para atender as novas necessidades deste ser em crescimento(3**). Proteína, colina, luteína e zeaxantina, ácidos graxos poli-insaturados, vitaminas lipossolúveis como a vitamina D são encontrados no ovo.
O engatinhar, o caminhar, as brincadeiras e atividade física que são práticas progressivas relacionadas a idade da criança promove impacto e favorece o aumento da massa óssea (4). Assim, a prática de exercício físico e boa alimentação no período pode reduzir o risco de osteoporose em idades mais avançadas.
Quando o assunto é alimentação, é importante que seja equilibrada, que contenha verduras, legumes, frutas e alimentos fonte de proteína como o ovo. Este incrementa a alimentação com nutrientes como vitamina D, cálcio, magnésio que são nutrientes que participam da formação óssea.
Dois carotenoides presentes no ovo – a luteína e zeaxantina, tem ação antioxidante e combatem radicais livres e o que se verificou in vitro é que a luteína estimula a formação do osso e suprime os osteoclastos, células responsáveis pela reabsorção óssea.
Já Coheley et al, em um estudo transversal avaliaram se a ingestão de ovos estava associada à força dos ossos corticais e os biomarcadores de renovação óssea em crianças saudáveis. Avaliaram também o tecido magro livre de gordura e sua relação entre o consumo de ovo e osso. O que verificaram é que existem evidências positivas entre o consumo de ovos e osso cortical entre crianças saudáveis neste estudo.



