Maior oferta interna deve pressionar cotações de milho no Brasil
O mercado brasileiro de milho deve encerrar o mês de agosto com ritmo calmo nos negócios e tendência de queda nos preços, em meio ao aumento da disponibilidade de oferta por parte dos produtores, com o avanço na colheita da safrinha. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago, a exemplo de ontem, opera no território negativo.
Ontem (30), o mercado brasileiro de milho inicia a semana sem apresentar grandes novidades em torno do fluxo de negócios, em um ritmo bastante cadenciado neste momento, sem relatos de grandes lotes negociados. O movimento de queda persiste, mesmo sem negócios avolumados, como indica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias. O aumento da oferta com a colheita da safrinha pressiona as cotações.
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No Porto de Santos, o preço ficou na faixa de R$ 80,50 a R$ 96,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 81,00/97,00.
No Paraná, a cotação ficou em R$ 96,00/98,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 92,00/94,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 95,00/96,00 a saca.
No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 97,00/99,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 96,00/98,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 87,00/R$ 90,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 83,00/85,00 a saca em Rondonópolis.
Bolsa de Chicago

Os contratos com entrega em dezembro de 2021 operam com baixa de 4,25 centavos, ou 0,78%, em relação ao fechamento anterior, cotada a US$ 5,38 1/2 por bushel




