Soja (MT)R$ 138,64+0.70%
Milho (MT)R$ 48,66+0.37%
Algodão (MT)R$ 132,06-1.06%
Boi Gordo (MT)R$ 323,74+0.32%
Leite (MT)R$ 2,40+5.83%
Soja (MT)R$ 138,64+0.70%
Milho (MT)R$ 48,66+0.37%
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Boi Gordo (MT)R$ 323,74+0.32%
Leite (MT)R$ 2,40+5.83%
Soja (MT)R$ 138,64+0.70%
Milho (MT)R$ 48,66+0.37%
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Leite (MT)R$ 2,40+5.83%

Mercado favorável a exportações de carne suína mantém crescimento de registros genealógicos

Mercado favorável a exportações de carne suína mantém crescimento de registros genealógicos

A projeção para o ano de 2021, com base na média mensal até o mês de outubro, é de 350 mil registros efetuado pelo SRGS/Brasil

O número de registros genealógico continua crescendo ano a ano. Em 2021, a estimativa do Serviço de Registro Genealógico de Suínos (SRGS/Brasil), órgão vinculado a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), é de que o ano feche com 350 mil registros, com base na média mensal até o mês de outubro, período que soma 294.796 registros.

Para o superintendente da SGRS/Brasil, Fernando Gimenez, o aumento nas emissões de registros genealógicos se deve especialmente ao mercado favorável para as exportações de carne suína. “Principalmente os embarques com destino aos países asiáticos, com destaque para a China, o que, consequentemente, gerou uma maior demanda por material genético para atender esse crescimento”, afirma Gimenez.

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Em 2021, até o mês de outubro, foram emitidos 105.597 registros para Puros de Origem (PO), 10.194 para Puros Sintéticos (PS) e 179.005 para Suínos Cruzados (F1). Dos 294.796 registros feitos até outubro/21, Santa Catarina foi responsável por 39,02%, liderando o número de registros por Estado. Na sequência, temos Minas Gerais com 21,13%, Paraná com 14,72%, Mato Grosso com 15,65%, Goiás com 4,09%, São Paulo com 3,57%, Mato Grosso do Sul com 1,26%, Distrito Federal com 0,49% e Rio Grande do Sul com 0,05%.

Em relação as raças, a preferência dos suinocultores têm se concentrado nas chamadas Puras de Origem. Segundo Gimenez, as raças Landrace e Large White são as que mais crescem em registro, exatamente por serem da linha fêmea, cuja criação tem como foco a produção de matrizes comerciais, as quais são destinadas às granjas para a geração dos animais de abate.

Fonte: Acrismat

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Foto de Vicente Delgado

Sobre o autor

Vicente Delgado

DRT 2364/MT
Editor-Chefe e Fundador24+ anos de experiência

Jornalista e fundador do Agronews, atua desde 2002 em produção audiovisual e cobertura do agronegócio brasileiro, com foco em commodities, política agrícola, pecuária e eventos do setor.

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