O Comitê vai propor e coordenar ações que garantam a o andamento das políticas de QQ implantação e manutenção da plataforma, além de apoiar a captação de recursos para garantir o adequado funcionamento e operacionalização do monitoramento do Plano de Agricultura de Baixo Carbono – (Plano ABC).
O governo instituiu em novembro, o Comitê Diretor da Plataforma ABC, que tem como missão principal acompanhar e promover as ações de monitoramento da redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) e a dinâmica do estoque de carbono na agropecuária.
O Comitê ainda será o encarregado de analisar e aprovar a metodologia e plano de monitoramento, investimentos e orçamento geral da Plataforma ABC.
Segundo o texto, integram o Comitê representantes do MAPA, Embrapa, Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), além de integrantes da sociedade civil e do setor privado, bem como do Banco do Brasil e do BNDES.
Com vigência de 2010 a 2020, o governo estima que serão necessários investimentos de R$ 197 bilhões para o Plano ABC. Contudo, um estudo do observatório ABC, “Impactos Econômicos e Ambientais do Plano ABC” evidenciou que os custos para implementação das metas do Plano ABC são menores do que havia previsto o governo.
O estudo, partindo de uma modelagem econômica e ambiental, reproduzindo os efeitos da efetivação das metas, foi capaz de demonstrar que a recuperação de 15 milhões de hectares de pastagens degradadas teria o custo determinado entre R$ 26 e R$ 31,3 bilhões – enquanto o governo previa um investimento de R$ 43,9 bilhões. Para a expansão do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em 4 milhões de hectares, o custo apontado pelo estudo seria entre R$ 7 e R$ 7,8 bilhões contra os R$ 51 bilhões orçados pelo governo anteriormente.
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