Avanços sustentáveis na agricultura irrigada: Mato Grosso e a riqueza dos recursos hídricos

A agricultura é um motor vital da economia, e quando aliada a práticas sustentáveis, torna-se não apenas uma força de crescimento, mas também uma defensora do meio ambiente. Nesse contexto, Mato Grosso se apresenta como um cenário de possibilidades, onde o campo e o cuidado com os recursos naturais se encontram em harmonia. E para tratar sobre esse tema, no quadro de Direito Ambiental desta semana, a Dra. Alessandra Panizi, especialista em direito agroambiental conversou com o Prof. Titular Sênior da Universidade Federal de Viçosa, Dr. Everardo Mantovani, que também é consultor da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Grãos Especiais e Irrigantes de Mato Grosso – Aprofir, para entender o avanço que está por vir na área de recursos hídricos do estado.

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A agricultura irrigada e a busca por equilíbrio

O solo fértil de Mato Grosso é um berço propício para o crescimento da agricultura irrigada, um passo crucial em direção à segurança alimentar e ao desenvolvimento econômico. No entanto, como bem ressaltado pela Dra. Alessandra Panizi, a preocupação ambiental é intrínseca a essa expansão. O equilíbrio entre o cultivo e o respeito aos recursos naturais é um caminho que exige uma abordagem consciente.

O Prof. Everardo Mantovani, com sua vasta expertise, oferece uma luz sobre o projeto assinado pelo Governo do Estado, que visa ao avanço sustentável da agricultura irrigada em Mato Grosso. Ele destaca a necessidade de conhecer a fundo a disponibilidade hídrica, tanto superficial quanto subterrânea. Esse estudo, com abordagem abrangente, compreende as variáveis climáticas e o uso do solo, fornecendo um panorama completo para a tomada de decisões informadas.

O caminho da sustentabilidade: Dados e Licenciamento

O projeto em questão almeja a tão cobiçada agricultura irrigada sustentável. Mas como se atinge esse objetivo? O Prof. Mantovani é assertivo em sua explicação: por meio da clareza de informações e dados. O investimento necessário para impulsionar essa iniciativa é significativo, tanto por parte dos produtores quanto do Estado. A segurança hídrica é a âncora desse processo.