Custo pela falta de conservação pode passar de R$ 20 mil por equipamento anualmente, aponta técnico agrícola
A receita de plantar, manejar e colher uma boa produção já está na cabeça de muito produtor brasileiro. Mas, o que muitas vezes, passa despercebido é a manutenção preventiva de máquinas e equipamentos utilizados no dia a dia na propriedade. É o que acontece inúmeras vezes com os distribuidores de adubo, que são deixados de lado durante a correria de uma safra após a outra. Isso, segundo, Essio Pedro Ferrari, técnico agrícola da MP Agro, de Ibaté-SP, pode acarretar danos que ultrapassam facilmente R$ 20 mil por equipamento anualmente em prejuízo entre consertos, compra e troca de peças em caráter de urgência, desperdício de produto e principalmente horas não trabalhadas por estar com o equipamento parado.
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O melhor período segundo o profissional para programar a manutenção preventiva do equipamento é logo após as aplicações e ainda realizar uma análise detalhada das condições do distribuidor antes mesmo de iniciar o seu uso. “Esse planejamento por parte do produtor, ajuda a evitar que no momento em que ele estiver utilizando o implemento, não ocorram quebras e paradas indesejadas da máquina em campo”, destaca Ferrari.




