Valores dos insumos de alimentação e do boi magro tiveram redução no mês em São Paulo e Goiás.
Os custos de produção do confinamento caíram em julho para todas as propriedades estudadas pelo Índice de Custo de Produção de Bovinos Confinados (ICBC). Para as de São Paulo, o recuo médio foi de 3%. O custo total da fazenda representativa grande (27.000 animais/ano) foi de R$ 143,73/@, enquanto o da média (3.000 animais/ano) ficou em R$ 144,56/@. Já para a propriedade de Goiás (16.500 animais/ano), o valor passou de R$ 139,34/@ para R$ 137,01/@. De acordo com o informativo, o comportamento é similar ao do mesmo período no ano passado.
Os custos diária-boi (CDB) também tiveram redução no mês. Os valores foram de R$ 9,19, R$ 9,07 e R$ 7,52 para os confinamentos de São Paulo médio, grande e de Goiás, nesta ordem.
A queda no custo da dieta contribuiu para o resultados. Apesar de o preço da polpa cítrica ter subido 16% entre junho e julho, o milho se desvalorizou nos dois Estados, assim como outros coprodutos, como os oriundos do algodão (farelo, torta e caroço), milheto e o sorgo grão.
“Os custos do boi magro (de doze arrobas, aproximadamente), outro importante insumo da atividade de confinamento, têm apresentado redução. No Estado de São Paulo, os preços médios do animal de reposição em julho foram de R$ 5,07, os menores desde janeiro deste ano, quando o quilo do animal foi de R$ 5,52”, explica o informativo. Confira o boletim completo em: https://bit.ly/2MbECJj.
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