Mesmo assim, frente ao momento pandêmico, os resultados podem ser considerados auspiciosos, já que o volume embarcado apresentou aumento anual superior a 5%, enquanto a receita cambial – a despeito da desvalorização do real – aumentou mais de 2%.
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Considerado o volume físico, a maior contribuição para o incremento registrado veio da carne bovina, que apresentou aumento de 27%, índice correspondente a um adicional de pouco mais de 36 mil toneladas em relação a julho de 2019. Na sequência, embora com um percentual maior (quase 47% de acréscimo), veio a carne suína, com perto de 29 mil toneladas a mais. A carne de frango, infelizmente, voltou a apresentar evolução anual negativa: seus embarques foram 34 mil toneladas menores, e o total exportado retrocedeu a volume que representou queda de pouco mais de 9%.
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No tocante ao preço médio obtido, a carne de frango – cujo preço ficou mais de 21% abaixo do registrado um ano antes – desta vez não esteve sozinha. Foi acompanhada pela carne suína, cujo preço recuou mais de 7% em relação a julho de 2019. A exceção, pois, ficou com a carne bovina, valorizada em quase 2,5%.





