A semana, última do ano, é fraca em volume de negócios, mas há fatores favoráveis para as três commodities que merecem ser observados de perto

Por Giovanni Lorenzon – AGRONEWS®

Soja

As fortes altas da soja na quinta, em Chicago (sexta, 24, não houve pregão), estão levando o ativo a passar os US$ 13,50 o bushel nesta, no contrato de março, apesar da baixa liquidez de negócios que deverá ser a característica desta última semana (curta) de 2021.

Será que não é hora de vender?

As altas vêm da precificação do clima na América do Sul.

O Sul do Brasil e partes da Argentina e Paraguai sentem o calor e o tempo seco, o que prejudica o plantio e a germinação da oleaginosa.

O risco, inclusive, é de perda da janela de replantio.

No entanto, os traders estão atentos aos primeiros sinais de chuvas mais regulares, para derrubarem as cotações.

Embora não haja previsão de chuvas para os próximos dias, segundo a Metsul, instituto meteorológico do Rio Grande do Sul, ainda tem a porção maior da oleaginosa no resto do Brasil, indo bem.

Além disso, ainda levará mais alguns dias para que se contabilize solidamente as perdas.

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Milho

Mais ou menos como a soja, o milho também sente o clima no Sul, embora o grão de verão seja em volume muito inferior ao safrinha.