Assista o Boletim CLIMATEMPO 13 de maio 2021 e veja a previsão do tempo em todas as regiões do Brasil nesta quinta-feira.
CLIMATEMPO 13 de maio 2021
Uma frente fria avança para o Sudeste do Brasil e a partir desta quarta-feira muda o tempo na Região. Acompanhando este sistema, uma massa de ar polar provoca queda de temperatura. Faz frio.
São Paulo
Com a chegada da frente fria o dia amanheceu com muita nebulosidade na Grande São Paulo e no litoral paulista. Nesta tarde de quarta-feira, há condições para chuva forte. A chuva vem acompanhada de rajadas de vento por volta de 60km/h na Região Metropolitana e por volta de 80km/h no litoral.
De acordo com os meteorologistas, a chuva poderá a maior do mês na cidade de São Paulo e pode acumular 20mm. A última vez que houve registro de um acumulado tão elevado foi em 18 de abril, com 24mm, praticamente um mês atrás.
Rio de Janeiro
A frente fria avança a nebulosidade aumenta também no Rio De Janeiro. Tem previsão de chuva forte acompanhada de rajadas de vento, por volta de 60km/h, a partir da noite de quarta-feira (12), quando as nuvens ficam carregadas chove na Costa Verde e Vale do Paraíba, região de Resende.
No Grande Rio, a quinta-feira (13), já amanhece com muitas nuvens e a chuva vem forte acompanhada de rajadas de vento, entre 60 e 80km/h. Previsão de chuva e vento fortes também na Região dos Lagos, com rajadas de vento chegando a 80km/h.
Ciclone Extratropical
Associado à frente fria temos a atuação de um ciclone extratropical em alto-mar, ao largo da costa argentina. Esse sistema gera as ondas que deixam o mar agitado no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro na quinta-feira (13).
Rio Negro atinge a sexta maior cheia histórica
Em nova atualização sobre o nível do Rio Negro, a medição chegou aos 29,55 metros em Manaus, esse valor já representa a sexta maior cheia da história desde o início dos registros, em 1902. Não somente Manaus, ao menos outros 22 municípios amazonenses foram afetados pela cheia dos rios.
Toda a cidade de Manaus está em situação de emergência, com ruas totalmente alagadas e intransitáveis. A situação é realmente grave, até mesmo os atendimentos médicos móveis são utilizados; produtores locais de hortaliças e bananas perdem suas produções, moradores de alguns bairros só conseguem se locomover de canoas e muitos dependem de pontes de madeira para atravessar a cheia.




