O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central promoveu na última quarta-feira (05) outro aumento da taxa Selic, ou seja, a taxa básica de juros do país, elando o valor em 0,75 ponto, para 3,50% ao ano, conforme esperado pelo mercado financeiro. Mas, qual o impacto a vida dos brasileiros?

Os reflexos dessa mudança são em todo o mercado, no entanto, no dia a dia da população consumidora é onde os impactos negativos são mais observados e sentidos, principalmente para aqueles que estão endividados – 66,6% da população, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada em abril pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.

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Isso acontece porque, quando a taxa Selic aumenta, os outros juros também aumentam, fazendo com que as dívidas a serem contraídas fiquem maiores e podendo impactar também nas dívidas já existentes. Assim, imaginem os juros de cheque especial ou de cartão de crédito, por exemplo, que já são exorbitantes? Esses devem aumentar ainda mais.

Ou seja, um reflexo deverá ser o aumento dos juros de crédito da população, como empréstimos e financiamentos, complicando e limitando a capacidade de consumo. A orientação nessa hora é analisar bem as contas e começar a trabalhar para uma maior estabilidade financeira, não complicando a vida financeira.

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