Pra colher alto, é preciso casar a química avançada com a genética de ponta e a inteligência dos dados. Inovações da Bayer ajudam produtores a blindar agricultura contra ameaças e melhorar lucratividade dentro da porteira.
Pra quem vive do campo e precisa ter segurança, sempre acaba perdendo o sono pensando nas ameaças que rondam a sua lavoura. Seja a tal da erva daninha que teima em voltar, aquela doença que avança silenciosamente ou o clima instável que parece conspirar contra a colheita. Todo ano é uma batalha, e a busca por soluções que garantam a saúde da plantação e a rentabilidade do seu negócio é constante.

Pensando nisso, nesta edição da Show Rural Coopavel, a Bayer chegou junto e mostrou que está com o pé no barro, entendendo os desafios de quem está na lida diária. A empresa trouxe um arsenal completo, misturando proteção de cultivos de última geração, biotecnologia que promete revolucionar e o poder da agricultura digital. E para mostrar tudo isso, visitamos o estande da empresa, onde o papo rolou solto, com a presença de gente da casa que entende bem do assunto, como Rodrigo Nuernberg, líder da Unidade de Negócios Centro Sul para Proteção de Cultivos da Bayer Brasil e Celso Batistella, Diretor de Experiência do Cliente da empresa. Mas o ponto alto foi a visão de quem realmente vive o campo, o produtor Rodolfo Camargo Filho, da Fazenda Gralha Azul, que trouxe a experiência da porteira para dentro.
O assunto principal dessa conversa foi bem pontual: Como a gente faz pra driblar esses problemas agronômicos que só crescem, tipo a danada da daninha resistente e a pressão constante das doenças silenciosas que afligem a safra. A resposta mais inteligente, segundo a Bayer, passa por inovar sem parar e fazer um manejo que seja, cada vez mais, eficiente e sustentável. É a receita pra garantir que a sua colheita chegue forte e que o seu bolso não sinta o baque.
Plantar no limpo: a batalha contra as plantas daninhas
Um dos calos que mais aperta o sapato do produtor é, sem dúvida, o controle de plantas daninhas. Elas são um tormento, e Rodrigo Nuernberg não deixou por menos, mostrando que a buva, por exemplo, já inferniza mais de 60% da soja brasileira. E o pior: aqui no Paraná, menos da metade dos produtores usa herbicida pré-emergente para o controle. Ou seja, o produtor acaba correndo atrás do prejuízo, só quando a daninha já tá instalada e dando dor de cabeça.

Pra virar esse jogo, a Bayer trouxe uma novidade que promete dar um alívio: o Convintro® Duo. Ele chega com um ingrediente ativo que é inédito nas Américas, o Diflufenicam, que até agora não mostrou resistência, e vem junto com o Metribuzim. A ideia é clara: fazer o produtor “chegar na soja sem o problema“, facilitando a vida na hora de controlar lá na frente. Ele ainda reforçou a preocupação com a segurança agronômica: “A planta daninha, como já tem o nome, é uma planta. Se o ano é bom para o soja, acaba sendo bom para a planta daninha também“. Ele frisou a importância de um manejo integrado, combatendo o problema em todas as frentes, desde a cultura de cobertura até o uso de pré-emergentes tanto no milho quanto na soja. É uma questão de estratégia, de antecipar o problema.
Além do Convintro® Duo, a Bayer também apresentou o Xtendimax 2. É uma evolução na tecnologia de dicamba pra aplicar depois que a planta já brotou. A nova fórmula é 50% menos volátil que a anterior e inacreditáveis 90% menos volátil que os genéricos do mercado. Isso significa mais segurança na hora de aplicar e mais eficiência pra acabar com as daninhas de folha larga, como a buva e o caruru, que tanto infernizam a lavoura.
Protegendo a produtividade contra as doenças
Com um clima que tem ajudado, prometendo uma produtividade de peso, surge um alerta: a pressão das doenças aumenta. Os focos de ferrugem asiática, por exemplo, dobraram no Paraná e Mato Grosso do Sul de um ano para cá. É um sinal de que não dá pra bobear.
E nesse sentido, Celso Batistela fez uma comparação que a gente entende na hora: “Vamos pensar que hoje a soja seja mais parecida com um carro de corrida. Se você não investir na rodovia, ele não vai poder sair por aí pulando lombada… A soja para ser produtiva, como ela é produtiva hoje, ela acabou ficando um pouco mais frágil e precisa de cuidados especiais.“.






