Soja (MT)R$ 125,79+1.00%
Milho (MT)R$ 43,50+0.53%
Algodão (MT)R$ 130,90+0.01%
Boi Gordo (MT)R$ 324,51-0.11%
Leite (MT)R$ 2,27+5.06%
Soja (MT)R$ 125,79+1.00%
Milho (MT)R$ 43,50+0.53%
Algodão (MT)R$ 130,90+0.01%
Boi Gordo (MT)R$ 324,51-0.11%
Leite (MT)R$ 2,27+5.06%
Soja (MT)R$ 125,79+1.00%
Milho (MT)R$ 43,50+0.53%
Algodão (MT)R$ 130,90+0.01%
Boi Gordo (MT)R$ 324,51-0.11%
Leite (MT)R$ 2,27+5.06%

Preço do leite em queda preocupa produtores

leite

No mercado da pecuária de leite, preço do leite pago aos produtores segue em queda, confira!

Os pecuaristas enfrentaram uma queda de 2,16% no preço pago por litro de leite em julho de 2023 em relação ao mês anterior. Esse revés contraria a tendência de anos anteriores, quando o setor costumava ver valorizações nesse comparativo. Neste artigo, exploraremos as razões por trás dessa queda, os impactos da entressafra, e as perspectivas para o mercado do leite no Brasil e globalmente.

O preço médio do leite fechou em R$ 2,12 por litro, deixando muitos produtores preocupados. Tradicionalmente, o período de seca, que se estende de junho a setembro no Brasil, costumava trazer variações positivas nos preços do leite. No entanto, em 2023, essa tendência foi invertida, com a média do preço praticado em junho e julho sendo 2,47% menor em comparação com o período das águas (outubro de 2022 a maio de 2023). Isso representa uma mudança significativa em relação a 2021 e 2022, quando o preço era 10,16% e 44,38% superior, respectivamente, nesse comparativo.

leite

Além da queda nos preços, a captação de leite também apresentou um desempenho aquém do esperado. Em julho de 2023, o indicador atingiu 45,12 pontos, o que representa uma redução de 12,56 pontos percentuais em relação a maio de 2023, que marca o final do período chuvoso. Essa queda na captação agravou ainda mais a situação dos produtores de leite.

O cenário de recuo nos preços durante a entressafra gera grande preocupação na cadeia leiteira de Mato Grosso e em todo o Brasil. O próximo mês (outubro) marca o início do período chuvoso, que sazonalmente traz um aumento na quantidade de leite captado. No entanto, essa maior oferta costuma resultar em preços mais baixos devido à ampla disponibilidade, o que pode afetar negativamente os produtores.

Olhando para o cenário internacional, as estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que o consumo mundial de leite em pó pode chegar a 3,69 milhões de toneladas e as importações a 1,18 milhão de toneladas em 2023. Isso representa uma queda de 0,81% e 7,95%, respectivamente, em relação ao ano de 2022. A China, maior consumidora e importadora global de lácteos, registrou uma queda de 2,98% no consumo devido à desaceleração econômica do país. A produção chinesa, no entanto, teve um aumento de 11,90%, resultando em uma diminuição de 21,43% nas importações chinesas em relação ao ano de 2022.

No caso do Brasil, as projeções apontam para um aumento de 8,70% no consumo interno e um impressionante avanço de 64,00% nas importações em relação ao ano anterior, totalizando 700,00 mil toneladas e 135,00 mil toneladas, respectivamente. Além disso, os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) sobre a importação de leite em pó de janeiro a julho de 2023 representam 85,03% do volume projetado pelo USDA. Isso levanta a possibilidade de um ajuste para cima nas estimativas do Departamento para a importação brasileira em 2023.

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Marco Temporal: Conciliando direitos e garantindo a segurança jurídica

Entenda o polêmico Projeto de Lei 490/2007 e o Marco Temporal. O Brasil enfrenta um dos maiores desafios de reconciliar seu passado, presente e futuro em relação às terras indígenas.

No quadro de Direito Ambiental do portal Agronews desta semana, continuamos a explorar o polêmico tema do Marco Temporal para a demarcação de terras indígenas. No entanto, desta vez, também abordaremos o Projeto de Lei 490/2007 e suas emendas, que oferece a oportunidade de conciliar dois objetivos aparentemente conflitantes: garantir a segurança jurídica para aqueles que ocupam áreas em disputa e proteger as comunidades indígenas tradicionais em seus territórios.

Para esclarecer os detalhes e ampliar o entendimento sobre estas questões, a Dra. Alessandra Panizi – especialista em Direito Agroambiental faz uma análise deste tema. Aperte o Play e confira!

Por Daniele Balieiro/AGRONEWS®

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Sobre o autor

Dannì Galvão

Cofundadora e Especialista em Mercado Financeiro11+ anos de experiência

Cofundadora do Agronews, empresária e especialista em mercado financeiro. Acompanha as movimentações do setor, desde cotações e tendências de mercado até análises técnicas e eventos do agronegócio.

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