Uma fábrica de ração pode se destacar no mercado, graças a um bom processo de produção.

De acordo com o gerente de operações da Quimtia Brasil, Nelson da Fonseca Filho, o fluxograma de trabalho precisa ser definido com a junção das mais variadas etapas de produção, que vão desde o recebimento das matérias-primas até a expedição do produto acabado.

De acordo com o especialista, as principais etapas, que precisam ser observadas para o processo produtivo de ração animal, são a moagem, a dosagem, a mistura e o tratamento (peletização, extrusão). Ainda segundo ele, outro fator que precisa ser analisado com cuidado é a escolha da forma de processamento das rações.

“A definição da metodologia para o desenvolvimento produtivo de uma fábrica de ração pode apresentar muitas variáveis, principalmente no momento da escolha do tipo de moagem. Por conta disso, este [a escolha do tipo de moagem] é um dos passos mais importantes dentro do setor operacional de uma indústria especializada no segmento de nutrição animal”, diz.

O especialista afirma também, que esta parte da produção [moagem] não é uma simples etapa na fabricação, mas um sistema complexo, composto por alimentadores, filtros, moinhos, caixas de expansão, exaustores, ciclones e extratores.

“Este sistema pode estar situado, no fluxograma, antes ou depois da dosagem dos ingredientes, sendo chamados como “Moagem Individual” ou “Moagem Conjunta” respectivamente”, explica.

Na Moagem Individual, os macros ingredientes (grãos e farelos) são moídos e ensilados separadamente, para posteriormente serem dosados e misturados.

Já na Conjunta, os macros ingredientes são moídos juntamente com todos os demais ingredientes, após a dosagem, e misturados.

Confira algumas características do processo de moagem, que precisam ser analisadas: