Seis de cada dez pecuaristas confirmam os resultados.
A pecuária brasileira (corte e leite) caminha a passos largos para a profissionalização e para o aumento da produtividade. Um indicador nesse sentido refere-se às decisões de compra de produtos veterinários, cada vez mais técnicas e menos influenciadas por preço ou indicação comercial. Seis em cada dez pecuaristas de corte ou produtores de leite adquirem os seus antiparasitários pelo benefício técnico e não pelo custo. Medicamentos que proporcionam menos manejo, menor uso de mão de obra e têm proteção estendida são os preferidos por 66% dos produtores de todo o país.
Esta é uma das mais importantes constatações da 3ª Caravana da Produtividade, iniciativa da Boehringer Ingelheim, que no segundo semestre do ano passado percorreu 110 municípios de 18 estados brasileiros líderes na pecuária de corte e na pecuária leiteira, rodando 60 mil km e impactando 5 mil produtores. Os dados acabam de ser divulgados.
“Trata-se de um resultado perfeitamente alinhado à busca pelo aumento da produtividade da pecuária de corte e de leite, que caracteriza a atividade no Brasil. O pecuarista está fazendo mais contas, avaliando custos e benefícios dos medicamentos veterinários que utiliza e está cada vez mais atento às novas tecnologias que, efetivamente, proporcionam ganhos econômicos para o seu negócio”, destaca Alessandro Lima, gerente comercial da Boehringer Ingelheim Saúde Animal, que realizou a Caravana da Produtiva em parceria com DSM Tortuga, Dow e VW.
Os resultados da 3ª Caravana da Produtividade mostram que indicação técnica e palestras técnicas também são valorizadas pelos pecuaristas. Nada menos do que 63% dos produtores consultados citaram esses itens como prioritários no momento da escolha dos antiparasitários.
Os pecuaristas brasileiros também estão apostando cada vez mais em novas tecnologias reprodutivas, aponta os resultados da Caravana da Produtividade. 62,5% dos pecuaristas de corte que trabalham com o ciclo completo (cria, recria e engorda) utilizam Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF). Um em cada quatro pecuaristas que não usam a técnica dizem não ter estrutura para fazer IATF.
Outro dado importante levantado pela Caravana da Produtividade diz respeito ao controle dos números da fazenda. Um em cada três pecuaristas controla os indicadores econômicos da propriedade e um em cada quatro pecuaristas de corte mede a produção de carne por hectare/ano.
“A pesquisa com pecuaristas durante a Caravana da Produtividade também mostra que os produtores com atividades de maior exigência de produtividade, como os confinadores são aqueles que investem em cria, por exemplo, são os que mais tendem a tomar suas decisões de compra de produtos veterinários com base em dados técnicos e sempre considerando o custo/benefício”, informa Alessandro Lima.
