O agronegócio deve continuar contribuindo para o crescimento da economia brasileira e para o recuo da inflação no decorrer do ano, a exemplo do que ocorreu no primeiro trimestre
No primeiro trimestre, mais de 30% do PIB brasileiro se deveu ao agronegócio. É possível que essa proporção se mantenha até o fim do ano.
Novamente, o agro ajudará o País a manter a sua condição. E a perspectiva de inflação mais baixa também é por causa do setor, com a oferta de alimentos abundantes.
A expectativa é de que a safra de grãos supere 50 milhões de toneladas do volume colhido no ano anterior e outras culturas também deverão ter um desempenho positivo ao longo do ano.
O resultado desse primeiro trimestre é consequência de uma safra extraordinária, que o Brasil está colhendo neste ano de grãos, mas a safra também será grande de cana-de-açúcar e de laranja.
Mesmo no setor de carnes teremos uma produção exuberante, embora haja um impacto muito grande nos dois primeiros trimestres por causa da colheita da safra de verão.
Havia uma expectativa de um juro real de 3% a 3,5%, com uma inflação de 4% ao longo da safra, e, para isso, o juro nominal não poderia passar de 7% ou 7,5% no máximo. Mas deve ficar em torno de 8,5%, de acordo com o que tem sido anunciado.
A safra foi muito grande no País, e também na Argentina e no Hemisfério Norte, os preços despencaram.



