A destituição de uma superintendentende do BNDES em meio a discordâncias sobre o modelo que será empregado na venda de ações detidas pelo banco gerou insatisfação entre funcionários, disseram quatro fontes da instituição
Luciana Tito superintendente-executiva jurídica do banco, que era contra a venda de ações do Banco do Brasil detidas pela Caixa Econômica Federal por meio de oferta pública, foi afastada. Ela defendia que as ações fossem vendidas diretamente no mercado.
“O banco pode vender esses papéis em pregão, pagando menos comissão para os bancos e vendendo com um preço melhor”, disse uma das fontes ouvidas pela Reuters.
Uma segunda fonte no banco disse que o clima “está pesado” após a destituição da surperintendente. “O que está se cobrando da diretoria é transparência no processo. O banco já vinha vendendo as ações há algum tempo, mas agora há preocupação de um atropelo da governança do banco”, disse a fonte, sob condição de anonimato.



