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Geada derruba 38% da safra de feijão no Paraná

Quebra na segunda safra de feijão do Paraná chega a 38% após seca e geadas, com produção estimada em 332,1 mil toneladas.

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Por Redação 31 de mai. de 2026

Perda passa da lavoura para o bolso

O levantamento também indica que a produção atual ficou cerca de 21% abaixo do potencial esperado no início do ciclo. Para o produtor, é aquele tipo de safra que obriga a passar a regra de novo, porque parte do custo…

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Alerta chega ao prato do consumidor

O Paraná tem peso importante no abastecimento nacional de feijão. Por isso, uma quebra desse tamanho acende sinal para cerealistas, cooperativas, varejo e famílias que acompanham o preço do pacote no mercado. Não…

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A geada chegou quando o feijão ainda precisava de…

A geada chegou quando o feijão ainda precisava de tempo. No Paraná, a conta ficou pesada.

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A segunda safra do grão deve alcançar 332,1 mil…

A segunda safra do grão deve alcançar 332,1 mil toneladas em 2026, conforme estimativa do Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná publicada pelo jornal O Paraná. O…

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O tombo não veio de uma pancada só

Primeiro faltou chuva em áreas produtoras, atrapalhando germinação, crescimento das plantas e enchimento das vagens. Depois, massas de ar frio levaram geadas ao Sul do estado, justamente quando parte das lavouras ainda…

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Marcelo Garrido, chefe do Deral no Paraná, afirmou ao…

Marcelo Garrido, chefe do Deral no Paraná, afirmou ao O Paraná que a geada pegou o feijão em um momento suscetível. A fala ajuda a explicar por que o dano foi além de uma perda localizada. Quando a planta sofre frio…

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Na prática, o episódio mostra como clima e comida…

Na prática, o episódio mostra como clima e comida estão cada vez mais amarrados. Estiagem, frio fora de hora e custos elevados deixam menos margem para erro. Porteira para dentro, a lavoura sente primeiro. Porteira…

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O quadro reforça a pressão por seguro rural…

O quadro reforça a pressão por seguro rural, irrigação e manejo climático mais robustos. Sem isso, cada virada brusca do tempo vira uma aposta cara para quem planta um dos alimentos mais presentes no prato brasileiro.

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