Especialistas do Congresso ABAG/B3 avaliam o posicionamento do Brasil na transição para uma economia de baixo carbono
A sustentabilidade é uma preocupação global e tem influenciado comportamentos de empresas e consumidores. É crescente a exigência, por parte de governos, investidores e da sociedade em geral, pela redução de impactos ambientais, favorecendo o desenvolvimento da economia circular e da bioeconomia dois pilares importantes do processo de descarbonização global. Neste contexto, especialistas do painel Geopolítica e Sustentabilidade, do 23º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), a ser realizado no dia 5 de agosto, em formato híbrido, avaliarão como o Brasil pode se posicionar em meio à transição para uma economia de baixo carbono, e qual será a participação do agronegócio em um momento de valorização de ativos ambientais. O evento é promovido pela ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio) e pela B3, a bolsa do Brasil, e as inscrições podem ser feitas no site oficial.
O painel terá a palestra do embaixador Roberto Azêvedo, sócio da YvY Capital e consultor da ABAG, que versará sobre o cenário geopolítico e seus efeitos nas relações comerciais e no agronegócio brasileiro. Entre os debatedores estarão Ingo Plögler (vice-presidente da ABAG), Renata Bueno Miranda (secretária de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA) e Ricardo Santin (presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA). A moderação é do jornalista William Waack.
Durante o painel, os debatedores trarão sua análise sobre as oportunidades com a bioeconomia, um mercado que movimenta cerca de 22 trilhões de euros e responde por 22 milhões de empregos, segundo estimativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e como gerar uma cooperação entre os países em torno do tema sustentabilidade, na atual conjuntura de conflitos armados e forte presença e dependência dos combustíveis fósseis nos mercados globais.




